A Comissão Europeia de Durão Barroso, através de Viviane Reding — a comissária europeia da justiça que financia directamente o lóbi gay com dinheiro dos contribuintes europeus —, pretende impôr uma quota de 40% de mulheres nos conselhos de administração das empresas privadas (repito: privadas!) em toda a União Europeia.
Para conseguir esse objectivo, Viviane Reding pretende impôr sanções contra as empresas privadas da União Europeia que não incluam 40% de mulheres nos seus conselhos de administração, a ver:
  • sanções financeiras (coimas);
  • exclusão de ofertas de negócios no mercado público;
  • limitação de acesso às subvenções nacionais e da União Europeia;
  • ou obrigação de anular a composição do conselho de administração da empresa privada se a quota de mulheres não for respeitada.
Por princípio, não tenho absolutamente nada contra a presença de mulheres em tudo o que é sítio, mas esta coisa das quotas, seja no que for, mexe-me com os nervos (e também por uma questão de princípio). Esta gente da União Europeia não tem mais nada que fazer?!
Entretanto, países como por exemplo o Reino Unido, a Holanda, a Bulgária, a Letónia, a Estónia, a Lituânia, a república Checa, a Hungria e a Malta, já vieram dizer que não aceitam essa directriz da União Europeia. Dizem nos mentideros que Passos Coelho está à espera da opinião publicada de Angela Merkel para que, por sua vez, se possa pronunciar sobre o assunto.