É tempo de o povo “acordar”, antes que seja tarde.
Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!
1/ Uma mãe austríaca teve um filho de uma relação com um determinado homem.
2/ Mais tarde, essa mulher, mãe da criança, juntou-se a outra mulher em uma relação lésbica.
3/ As duas mulheres reclamaram o “direito” à adopção da criança junto dos tribunais austríacos, ou seja, reclamaram o “direito” de colocar o pai da criança fora dos seus direitos, na sua condição de pai, em relação à criança. Ou, por outras palavras: as duas lésbicas defenderam no tribunal austríaco a tese segundo a qual os direitos biológicos da paternidade do homem em relação ao seu filho constituem, em si mesmos, uma forma de “discriminação” em relação aos "direitos" das lésbicas e dos gays.
4/ o tribunal austríaco recusou o pleito das lésbicas, argumentando que se existe um pai biológico que se interessa pela criança e que paga a pensão de alimentos, o superior interesse da criança não permite a adopção por parte do par de lésbicas.
5/ perante a decisão dos tribunais austríacos, as duas vagabundas recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, com o apoio do lóbi político gayzista europeu apoiado financeiramente pela Comissão Europeia de Durão Barroso, e apresentando a mesma tese: os direitos do pai biológico em relação ao seu filho são, em si mesmos, um factor de “discriminação” da “orientação sexual” homossexual.
6/ este caso revela-nos, com uma evidência cristalina, que a homofobia terá que passar a ser novamente a norma cultural, sob pena de passarmos a viver numa sociedade surreal. Não há mais espaço para tolerância. Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!