O governo da Nova Zelândia vai "oferecer" gratuitamente, às mulheres e às respectivas filhas que vivam à custa de subsídios do Estado, cirurgias de esterilização e implantes anti-contraceptivos.
Uma vez que já cá temos aborto “grátis” — o tal “grátis” que é pago por todos os contribuintes —, apelo a Passos Coelho e a Francisco Louçã que se unam no seu espírito progressista endógeno e acabem, de uma vez por todas, com os pobres na nossa sociedade.