domingo, 15 de abril de 2012

O ataque soez da homofascista Hilary Rosen a Ann Romney

O ataque soez da homofascista Hilary Rosen a Ann Romney


by O. Braga

Fiquei aqui a saber que Hilary Rosen, a jornalista americana que atacou, na CNN, Ann Romney — a mulher de Mitt Romney — acusando-a de “não ter trabalhado toda a sua vida”, é lésbica.



Ann Romney respondeu a Rosen dizendo que “ser dona-de-casa foi uma opção sua”, e que “educar cinco filhos dá muito trabalho” (sic). Para a lésbica Hilary Rosen, o facto de uma mulher ser casada, ter filhos, e optar por ficar em casa, é considerado imoral; mas não só para a Hilary Rosen: a esmagadora maioria das lésbicas pensa desta maneira.



Uma mulher tem todo o direito de decidir, em plena liberdade, de ficar em casa a educar os seus filhos; trata-se, aliás, do trabalho mais nobre que uma mulher pode ter. Que trabalho pode ser mais nobre do que a dedicação à educação de crianças?



O homofascismo utiliza uma estratégia de inversão da moral: aquilo que, para o senso-comum, é uma virtude [por exemplo, a dedicação de uma mãe em relação aos seus filhos], passa a ser moralmente condenável pelos homofascistas. E em função dessa inversão da moral, os homofascistas insultam aquelas pessoas que não vêem a moral como eles a vêem, entram em histeria pública e publicada, o que leva o cidadão anónimo a afastar-se da discussão para evitar ter que os aturar.



O problema da nossa sociedade é que lésbicas e gays assumem, cada vez mais, lugares-chave de decisão política e de influência cultural.

O. Braga
Sexta-feira, 13 Abril 2012 at 10:23 am
Categorias: A vida custa, ética, cultura, Esta gente vota, feminismo, Gayzismo, homocepticismo, Homofascismo, politicamente correcto
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