A cultura da contracepção é como o comunismo: não funciona em termos reais e apenas piora o problema que pretende resolver. E quando as coisas pioram — e tal como o comunismo nos dizia — dizem-nos que se tratou de um erro humano [a culpa não é da teoria: é dos homens e das mulheres]; dizem-nos que são as pessoas que não estiveram à altura do plano de acção, e que mais recursos financeiros em prol da praxis poderão assegurar a vitória final.
E tal como o comunismo dizia, a cultura da contracepção diz que a Igreja Católica é a inimiga real do progresso, e que se esta fosse erradicada, tudo seria melhor.
Por fim, tal como no comunismo, a cultura da contracepção alimenta o genocídio de milhões de vidas humanas ceifadas.