sexta-feira, 29 de abril de 2011

A maior profissão da terra”: 6 mães divulgando os benefícios do papel de mãe

“A maior profissão da terra”: 6 mães divulgando os benefícios do papel de mãe
Rebecca Millette

CINCINNATI, Ohio, EUA, 4 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Estas seis mães não só têm 44 filhos entre si, mas elas são mulheres belas, vibrantes e trabalhadoras, ocupadas na missão de divulgar a beleza do que elas consideram “a maior profissão da terra”: o papel de mãe.

Os membros da equipe 'Falando do Papel de Mãe'

Juntadas pela dinâmica líder pró-vida e mãe de nove filhos, Jenn Giroux, essas seis mulheres começaram a viajar pelos Estados Unidos em fevereiro de 2010, com uma apresentação que elas chamam de “Falando do Papel de Mãe”. Elas dão testemunho para mulheres em faculdades, em conferências femininas e até em colégios, apresentando uma perspectiva “contracultural” do papel de mãe.

Fundadora e ex-diretora executiva de Human Life International America e fundadora da Associação de Famílias Grandes (AFG), a enfermeira diplomada Jenn Giroux possui vários títulos, mas considera seu papel de mãe como a realização suprema. Conhecida por suas palestras e artigos sobre os danos espirituais e físicos da contracepção, o plano de Giroux para as apresentações “Falando do Papel de Mãe” evoluiu a partir de suas palestras públicas.

“Há uma necessidade imensa no mundo de mostrarmos o lado positivo do papel das mães e mais uma vez elevar o papel das mães ao respeito que merece”, Giroux disse numa entrevista telefônica para LifeSiteNews.com enquanto estava viajando com suas cinco amigas para um compromisso de palestra. “É a maior profissão da terra para as mulheres e tem sido completamente denegrida pelo movimento feminista”.

“Falando do Papel de Mãe” teve sua apresentação de estreia na cidade de Notre Dame em fevereiro passado. Desde então, as seis mães realizaram reuniões em Missouri, Nebraska e Indiana e suas próximas reuniões estão agendadas para Ohio, Kansas e Washington. “Tentamos ir a todos os lugares para onde somos convidadas”, disse Giroux, que recentemente começou comercializar as palestras.

“Falando do Papel de Mãe”

“Uma das coisas mais engraçadas”, Giroux relata, são as imensas fotos ampliadas de suas famílias que as seis mães colocam em tripés durante suas palestras. “Levamos essas coisas imensas”, ela ri, “mas é estupenda a resposta que obtemos por causa das fotos”.

“Queremos que as outras mulheres vejam os quadros visuais belos de nossos filhos”, disse Giroux, que declarou que muitas vezes compartilha, em tom de brincadeira, com a audiência o número de partos naturais e cesáreos de que as seis mães se gabam.

A líder pró-vida começa a apresentação falando dos danos espirituais e físicos da contracepção. “A maioria das meninas não ouve falar disso”, disse Giroux, falando dos comprovados e elevados riscos de maior incidência de câncer de mama como consequência dos anticoncepcionais. “É importante que as mulheres e meninas novas ouçam isso”.

“Nossa geração está completamente cheia de mágoas e remorso pós-anticoncepcional”, disse ela. “Ficamos sem fôlego em nossa primeira palestra com o grande número de mulheres que se identificou com o que estávamos dizendo… queremos dar testemunho para a geração mais nova de mulheres, de modo que elas não repitam nossos erros”.

Embora Giroux inicie as palestras falando acerca da contracepção, a maioria da apresentação consiste em testemunhos pessoais das mães, nenhuma das quais é palestrante profissional.

Uma mãe reconta como ela foi informada na mesa do parto com seu segundo bebê que nem ela nem o bebê provavelmente sobreviveriam. Tanto a mãe quanto seu bebê viveram. Mais tarde, ela recusou o conselho do médico para ter uma ligadura de trompas e prosseguiu tendo mais sete filhos.

No testemunho de outra mãe, ela diz de sua escolha de ter uma ligadura de trompas com a idade de 26 anos. Ela então “vai contando os detalhes de seu testemunho de remorsos” que terminou numa reversão da operação e o nascimento de seu menino depois de três filhas.

A apresentação busca mostrar os aspectos belos e positivos do papel de mãe que se perderam na sociedade, disse Giroux. “Precisamos realmente mostrar-lhes a beleza dos filhos, que é a real mensagem positiva de mostrar para elas os belos frutos de aceitar os presentes de Deus que são os filhos”.

Outra mãe conta o testemunho doloroso de seu primeiro bebê, que nasceu morto. Uma contabilista que planejou e calculou toda a sua gravidez, ela conta a humildade que aprendeu na mesa do parto entregando tudo a Deus. Ela narra como ela aprendeu a confiar em Deus e mais tarde teve quatro filhos.

Contudo, outro testemunho de confiança vem da mãe que falou diretamente com as mulheres que têm desculpas financeiras para não terem filhos. “Estou aqui para conversar com qualquer uma que diz que não tem condições de ter filhos”, diz ela. Embora ela e seu marido “não tenham condições” de ter uma família grande, ela diz à audiência como por meio de trabalho duro e confiança em Deus, eles tiveram onze filhos.

Mães “normais”

“Tentamos dar a elas um quadro muito realista do que é ter uma família grande”, Giroux disse para LSN das mães que representam uma variedade de estilos de vida, de mães que trabalham fora a mães que permanecem no lar.

Onde os meios de comunicação estão constantemente bombardeando as mulheres com a ideia de que elas não deveriam ter muitos filhos porque arruinará suas carreiras, mudará sua aparência física ou alterará seu estilo de vida tranquilo, Giroux e sua equipe estão ali para levantar-se como “contracultural”.

“Estamos tentando deixá-las saber que as mães que aparecem na TV são completamente anormais”, disse Giroux. “O grande segredo de ter filhos perdeu-se” por meio da contínua mentira do público secular.

Em tom de risada, ela narra os testemunhos das moças universitárias que olham para ela espantadas ao saber que ela tem nove filhos e responde: “Caramba! Mas você é tão normal!”

“Estamos respondendo às jovens: ‘Sabem de uma coisa, meninas? Vocês podem ter tudo o que querem. Podem cuidar de si, ter filhos, se sair bem, serem mães ativas, trabalharem fora de casa e terem um casamento forte e terem uma grande família’”, disse Giroux.

“Entregue tudo a Deus”

Para uma sociedade que apoia a ideologia de um ou dois filhos, essas seis mães desafiam as mulheres a “entregar tudo a Deus” e serem abertas às ilimitáveis bênçãos provenientes dEle.

Giroux disse que frequentemente muitas mulheres expressam para ela remorso por terem tido apenas um filho ou o sofrimento que elas têm de serem filha única. Ela cita o Papa João Paulo 2, dizendo: “O maior presente que você pode dar a seu filho é um irmão”.

Entretanto, Giroux argumenta que a campanha “Falando do Papel de Mãe” não é forçar todas as mulheres a terem famílias maiores, muito embora as mães realmente promovam famílias grandes.

“Nossa mensagem não é apenas ‘tenha muitas filhos’ porque ter 10 filhos não é para todas as mulheres”, Giroux disse para LSN. “Nossa mensagem é ‘confie em Deus’ e aceite os belos presentes que são os filhos”.

“Todos nós dizemos que o casamento e o papel de mãe são estressantes e têm momentos desafiadores, mas as bênçãos em muito superam as dificuldades. Tivemos momentos muito assustadores onde tivemos de confiar em Deus em nosso papel de mãe e como resultado fomos abençoadas com os filhos que temos”.

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Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/the-greatest-profession-on-earth-6-moms-spreading-the-word-about-motherhood

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Fonte: http://escolaemcasa.blogspot.com/2011/04/maior-profissao-da-terra-6-maes.html

terça-feira, 26 de abril de 2011

As feministas são contra tudo o que é feminino. Elas rejeitam o aconchegante ambiente do lar, a procriação e a criação de filhos (a menos que realizados por “profissionais”). Elas negam o instinto maternal. Elas condenam o instinto feminino por fazer do lar um santuário seguro dos perigos da vida moderna. (Elas também não aceitam a obrigação do homem de servir e proteger.) Elas detestam tudo o que as distingue sexualmente. Elas têm nojo de si mesmas, porque elas odeiam sua natureza. A maioria delas é infeliz — com todo merecimento.

As feministas são contra tudo o que é feminino. Elas rejeitam o aconchegante ambiente do lar, a procriação e a criação de filhos (a menos que realizados por “profissionais”). Elas negam o instinto maternal. Elas condenam o instinto feminino por fazer do lar um santuário seguro dos perigos da vida moderna. (Elas também não aceitam a obrigação do homem de servir e proteger.) Elas detestam tudo o que as distingue sexualmente. Elas têm nojo de si mesmas, porque elas odeiam sua natureza. A maioria delas é infeliz — com todo merecimento.

Feminista lança críticas pesadas contra as mães que permanecem no lar

Don Feder

Anos atrás, em 1980, quando os críticos sociais conservadores sugeriram que era melhor para as mães de crianças novas permanecerem no lar (em vez de despachá-las aos gulags fantasiados de creches), as feministas ficaram furiosas.

“Como é que vocês têm a ousadia de dizer às mulheres o que fazer?” chiaram elas. “Descarados, tentando nos dizer como viver nossas vidas!”

Assim, tente só imaginar quem agora está dizendo às mulheres como viver (e criticando-as por pensar de modo independente)? As feministas. Por baixo de suas reivindicações de direitos, o movimento sempre foi fascista. É instrutivo ver as irmãs enfileiradas marchando em passo de ganso em sua saída do armário totalitário, com cassetetes levantados para esmagar todo crânio que pensa diferente.

Liderando o ataque está Linda Hirshman, advogada, professora e inimiga declarada das mães que permanecem no lar.

Recentemente, o programa “Bom Dia América”, da rede ABC (que meus amigos no Centro de Pesquisas da Mídia chamam de “Bom Dia Débeis Mentais”) mostrou os desvarios de Hirshman em dois programas consecutivos, em segmentos intitulados “As Guerras das Mamães: Trabalhar ou Ficar em Casa?” e “Como Criar Filhos: Ficar em Casa ou Trabalhar Fora?”

Típico do que aparenta espaço igual para todas as opiniões nas redes de televisão, “Bom Dia América” deu sem rodeios 80% de cada segmento para as opiniões de Hirshman. As participantes dissidentes receberam sonolenta consideração para manter a simulação de igualdade.

Hirshman alcançou a posição de celebridade alertando-nos quanto à crise bem pouco noticiada de nossa época: Apesar de décadas de doutrinação feminista (transmitida desde as salas de aula até os programas de entretenimento da TV — onde o que se costumava chamar de donas de casa praticamente não existe mais), as mulheres realmente estão escolhendo permanecer no lar e criar seus filhos. Essa crise é tão “grave” que, em comparação, o terrorismo mundial e o aquecimento global são coisas de criança.

O programa da ABC citou dados do censo que mostravam que 54% das mães com formação universitária ou profissional não mais trabalham de tempo integral. Esse fato foi confirmado pelo próprio estudo de Hirshman de 30 mulheres cujos anúncios de casamento apareceram no jornal The New York Times em 2003 e 2004. Só 5 agora estão trabalhando de tempo integral fora do lar. Dez trabalham em tempo parcial. O resto leva vidas insatisfatórias para Hirshman e suas aliadas.

As feministas se sentem ameaçadas com esse fenômeno. É ideologia — e não os interesses das mulheres, individualmente ou coletivamente — que as impulsiona.

A posição de Hirshman: as mães que permanecem no lar estão levando vidas empobrecidas, desperdiçando suas formações educacionais, enganando seus filhos (que sentem falta das alegrias de serem criados por gente totalmente estranha, paga para cuidar deles) e provocando danos incalculáveis para a causa dos direitos das mulheres.

“Penso que é um erro terrível que essas mulheres com elevada formação educacional e aptidões façam essa escolha (escolhendo filhos e lar acima de uma carreira), Hirshman declara: “Estou dizendo que o lugar de um adulto formado e competente é no escritório”. Sim, acho que entendemos o recado.

A feminista Hirshman não está aceitando o argumento de que criar a próxima geração é de algum jeito ou modo gratificante. “Gostaria de ver uma descrição da vida diária delas que comprove essa posição”, Hirshman comenta, de modo bem negativo. “A descrição delas acerca da vida delas não parece particularmente interessante ou gratificante para uma pessoa complexa, para uma pessoa formada e complexa”, acrescenta ela.

O que Hirshman quer dizer é: “Não acho a vida delas de modo particular interessante ou gratificante — e minha opinião é tudo”. E pensar que as feministas são acusadas de orgulho por acharem que são um grupo superior.

Hirshman menospreza aquelas mulheres que acreditam que as mães são insubstituíveis. Ela promove uma teoria logo de cara absurda: de que não há diferença nos “níveis de felicidade” de crianças consignadas aos Centros de Detenção dos Bebês Alegres, versus as crianças criadas no próprio lar.

Em primeiro lugar, só alguém com um diploma de doutor em filosofia (um débil mental complexo com uma formação educacional) pensa que dá para se medir os níveis de felicidades. E quanto às doenças e abuso (físico e sexual) que estão se alastrando nas creches? E quanto ao fato de que as crianças de creches tendem a ser mais agressivas e menos socializadas do que outras crianças da mesma idade que são criadas em casa?

Você já viu em pessoa o espetáculo de cortar o coração de uma criança de três anos chorando e empurrando a mãe — gritando que ela quer ser levada à creche? Não viu, nem verá.

Como contraponto aos argumentos de Hirshman, “Bom Dia América” apresentou Debbie Klett, uma mãe que deixou um emprego de vendas de anúncios e fundou uma revista chamada “Total 180”, para passar mais tempo com seus filhos.

Klett comentou: “Para mim, sinto que é vital estar presente com meus filhos todos os dias, para cuidar regularmente de suas necessidades, para desenvolver sua auto-estima e elogiá-los quando eles estão certos, guiá-los quando eles não estão e ser uma mãe amorosa e cuidadosa a cada minuto do dia”.

Pobre criatura anti-social!

Para manter-se firme em seu argumento, Hirshman comenta que o índice de divórcio está acima de 40%. Essas bobas, diz ela, dedicam-se ao maridinho e aos filhinhos, e então são descartadas num divórcio e vêem seu padrão de vida cair até o fundo.

Entretanto, foram as próprias feministas que promoveram leis de divórcio fácil na década de 1970. Para elas, o divórcio liberaria as mulheres de casamentos mofantes. Agora elas estão utilizando o índice de divórcio para assustar as mulheres e levá-las ao mercado de trabalho. Se isso não é puro descaramento, então não sei o que é.

Hirshman tem uma prescrição para o tique-taque do relógio biológico: “Tenha um bebê. (Se for realmente necessário.) Só que não tenha dois”, que dificulta trabalhar fora do lar.

Além disso, Hirshman aconselha, procure o Sr. Mamãe — um cara que saiba trocar fraldas e lavar pratos sujos. “Você pode procurar um marido com menos poder social (leia-se: dinheiro) do que você ou achar um que tenha compromisso com a igualdade de gênero (leia-se: homem e mulher são a mesma coisa)”.

Tento só imaginar o anúncio pessoal: “Feminista procura homem socialmente inferior, com personalidade castrada, que creia que os homens e as mulheres são emocionalmente andróginos. Objetivo: Uma fusão matrimonial e a produção de uma criança, que será criada de acordo com a consagrada doutrina feminista”.

Na década de 1980, as moças tinham uma palavra para esse tipo agradável de homem: “capacho”.

Linda Hirshman está fazendo um grande serviço para a humanidade.

Ela é uma prova claramente nojenta do que os conservadores vêm dizendo há décadas: As feministas odeiam a família. (Hirshman declarou: “A família — com suas tarefas físicas, repetitivas e socialmente imperceptíveis — é uma parte necessária da vida, mas dá muito menos oportunidades para pleno crescimento humano do que as esferas públicas como o mercado de trabalho ou o governo”.)

Em outras palavras, a executiva de empresa de seguros ou a instrutora de faculdade (dando aula para uma sala cheia de calouros entediados) está envolvida numa atividade estimulante, gratificante e socialmente útil, enquanto a mãe que vê um ser humano se desenvolvendo numa base diária, e molda essa vida mais do que qualquer outra pessoa, é uma boba e escrava inútil e sem cérebro.

Aqui está a ironia máxima: As feministas são contra tudo o que é feminino. Elas rejeitam o aconchegante ambiente do lar, a procriação e a criação de filhos (a menos que realizados por “profissionais”). Elas negam o instinto maternal. Elas condenam o instinto feminino por fazer do lar um santuário seguro dos perigos da vida moderna. (Elas também não aceitam a obrigação do homem de servir e proteger.) Elas detestam tudo o que as distingue sexualmente.

Elas têm nojo de si mesmas, porque elas odeiam sua natureza. A maioria delas é infeliz — com todo merecimento.

Por quase 20 anos, trabalhei na redação de um jornal com essas mulheres briguentas, rancorosas, invejosas e mal-humoradas. Uma espécie mais desagradável nunca acharemos.

A maioria delas é profundamente infeliz com suas vidas, sempre prontas para ficarem ofendidas por causa de desconsiderações imaginárias, convencidas de que qualquer falta de avanço foi devido a uma conspiração machista e furiosas com os que desafiam os dogmas feministas. Elas eram quase tão legais quanto Hillary Clinton num dia difícil (em termos de mulheres briguentas, rancorosas, invejosas e mal-humoradas).

Quem em seu perfeito juízo aceitaria conselhos de vida de tais criaturas espiritualmente deformadas? O noticiário da rede ABC, naturalmente.

Título original: FEMINIST SLAMS STAY-AT-HOME MOMS

Traduzido e adaptado por Julio Severo, com a devida autorização de Don Feder: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://www.donfeder.com/

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2006/03/feminista-lana-crticas-pesadas-contra.html

Atriz grávida Tina Fey escolhe priorizar família acima de carreira

Kathleen Gilbert

15 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Tina Fey, a atriz que a revista Newsweek chamou de “a mulher mais admirada da indústria de entretenimento”, vem gozando popularidade imensa como comediante e estrela de seu próprio programa de comédia.

Tina Fey

Mas, diz ela, isso não impediu a atriz de 40 anos de idade e seu marido de darem as boas vindas para mais filhos em seu lar no auge da carreira de Fey.

“Está realmente acontecendo!” exclamou Fey acerca de sua atual gravidez, seu segundo filho, numa entrevista para o programa de Oprah Winfrey na terça-feira. A audiência explodiu em aplauso estrondoso com a notícia.

Fey, que debate seu dilema acerca de filhos em seu livro lançado recentemente “Bossypants”, disse que não havia esperado que seu sucesso público durasse por tanto tempo.

“Chegamos aos 40 e pensamos: ‘será que queremos realmente fazer isso ou é porque nosso tempo está terminando?’”, disse Fey. “E também porque eu pensei que o programa ‘30 Rock’ seria cancelado a esta altura e eu teria tempo de fazer isso”.

Apesar disso, ela disse, ela escolheu ir em frente e engravidar de novo em vez de privar-se de dar boas vindas a mais membros de sua família.

“Meu marido e eu realmente decidimos que, mesmo arriscando ver o programa de TV terminar após vários anos e sentindo como se parte de nossa família estivesse faltando, iríamos priorizar nossa família”, disse Fey.

Jenn Giroux, mãe de nove filhos e defensora de famílias de tamanho maior, disse que sua experiência como enfermeira diplomada revelou o “luto” que casais mais velhos experimentam depois de décadas onde a contracepção os privou de filhos que eles poderiam ter tido.

“Nossa geração está completamente cheia de mágoas e remorso pós-anticoncepcional”, disse Giroux, líder de um grupo de mães que defendem que as famílias deem boas vindas aos bebês. “Ficamos sem fôlego em nossa primeira palestra com o grande número de mulheres que se identificou com o que estávamos dizendo… queremos dar testemunho para a geração mais nova de mulheres, de modo que elas não repitam nossos erros”.

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Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/pregnant-actress-tina-fey-we-chose-to-prioritize-family-over-career

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Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/04/atriz-gravida-tina-fey-escolhe.html

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O feminismo beneficiou mais os homens do que as mulheres?

Hilary White

29 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Num artigo opinativo no jornal New York Times, a líder feminista americana Maureen Dowd expressou surpresa que recente pesquisa continue a mostrar que as mulheres, que estão economicamente emancipadas pela revolução feminista, estão mais infelizes agora, quarenta anos depois, do que os homens.

Chamando de “paradoxo” que as mulheres podem ter se desfeito de seus aventais de cozinha, Dowd escreveu: “Mas quanto mais as mulheres têm conquistado, mais elas parecem estar tristes. A revolução feminista acabou beneficiando mais os homens do que as mulheres?”

Dowd, que é jornalista e colunista regular do New York Times, é conhecida como uma das últimas feministas radicais da velha guarda, e é autora do livro “Are Men Necessary? When Sexes Collide” (Será que os homens são necessários? Quando os sexos entram em colisão).

O artigo opinativo de Dowd veio depois de uma matéria da revista Time mostrando que apesar de que as mulheres têm mais oportunidades econômicas, mais “opções reprodutivas livres” [contracepção e aborto] e mais divórcio fácil, os homens estão mais felizes de modo geral do que as mulheres nos EUA. As mulheres, disse Dowd, estão sendo “levadas à distração” ao manterem tanto sua condição de mães e esposas enquanto ao mesmo tempo mantêm carreiras turbinadas. Citando vários pesquisadores diferentes, Dowd disse que uma grande parte do problema são os filhos. “Uma área de extrema distração são as crianças”, escreveu ela.

Mas uma ameaça ainda maior para a felicidade das mulheres, disse ela, é o instinto natural das mulheres para forjar fortes laços e relacionamentos emocionais. “Elas tendem a se ligar a outras pessoas de forma mais forte, se esgotar mais quando perdem vínculos, levam as coisas a nível mais pessoal no trabalho e usam muito mais antidepressivos”.

No artigo da Time, Nancy Gibbs diz que a pesquisa da revista mostrou que embora as mulheres tenham “ganho mais liberdade, mais educação e mais poder econômico”, o estudo mostrou que “elas se tornaram menos felizes”.

Desde que a Time publicou um artigo sobre as conquistas feministas no começo da década de 1970, Gibbs escreveu: “Quase metade dos diplomas de direito e medicina vão para mulheres… metade dos presidentes de associações atléticas universitárias são mulheres, e de cada três âncoras de redes de TV, dois logo serão; três dos quatro mais recentes secretários de Estado têm sido mulheres. Há mais de 145 fundações que existem para fortalecer as mulheres ao redor do mundo”.

Mas as mulheres ainda estão dizendo que não estão felizes comparadas aos homens, de acordo com as pesquisas, e estão sofrendo mais do que os homens na crise financeira. O misterioso “paradoxo” das mulheres emancipadas, que vivem na contracepção e carreiras de alto desempenho, não é tão misterioso para alguns.

Gibbs escreve que entre as mudanças “mais desconcertantes” está a evidência de “que à medida que ganharam mais liberdade, mais educação e mais poder econômico, as mulheres ficaram menos felizes”. “Nenhuma teoria satisfatória explica essa tendência”.

Gibbs mesma aponta para uma resposta, dizendo: “Entre as mudanças mais dramáticas na geração passada está a separação do casamento da maternidade” e que as mulheres “não mais vêem o matrimônio como ponto necessário no caminho para a segurança financeira ou para a maternidade”.

Ela comenta o elevado aumento no número de crianças que nascem de mães solteiras (de 12 por cento para 39) e observa que embora “a maioria das crianças em meados da década de 1970 estivesse sendo criada por uma mãe que permanecia no lar, hoje menos de um terço delas estão em casa”.

Mas Albert Mohler, comentando numa coluna, seguiu a evidência, dizendo: “A grande pergunta levantada por esses estudos é esta: O feminismo produziu infelicidade entre as mulheres? Essa pergunta é inescapável quando vista à luz do contexto histórico”.

Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, membro da diretoria de Focus on the Family e apresentador de um programa cristão de rádio que debate questões sociais. Ele cita Gail Collins, que escreveu em seu livro “When Everything Changed: The Amazing Journey of American Women from 1960 to the Present” (Quando tudo mudou: a jornada estupenda de mulheres americanas de 1960 até o presente), que as realizações das mulheres “não revolveram as tensões de tentar criar filhos e manter um emprego sob controle ao mesmo tempo”.

“Lamentavelmente”, escreve Mohler, “a maioria das feministas parece não ter a capacidade, devido a seus compromissos ideológicos, de fazer as perguntas mais difíceis.

“O fato é que o feminismo jamais foi apenas sobre abrir portas para as mulheres. A fim de justificar a vasta transformação social que o feminismo produziu, o movimento feminista aspirou a uma coisa apenas: uma total revolução social, moral e cultural. Ao longo do caminho, o feminismo redefiniu o que é ser mulher, casamento, mãe e os papéis dos homens e das mulheres”.

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102911.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/11/o-feminismo-beneficiou-mais-os-homens.html

A mais famosa apresentadora alemã de TV lidera revolução antifeminista

Nós reprovamos grandemente o envolvimento desta jornalista ao nazismo apesar de concordarmos com o estrago do feminismo na sociedade e na família:
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI2000501-EI8142,00 Jornalista+e+expulsa+de+TV+por+defender+o+nazismo.html  




Gudrun Schultz
BERLIM, Alemanha, 20 de março de 2007 (LifeSiteNews.com) — Uma importante apresentadora e âncora de noticiário da TV alemã provocou rebuliço em 2006 quando ela confessou que lamentava seus três divórcios, e condenou o aborto, noticiou Die-Tagespost.

Eva Herman publicou seu relato de falhas fatais num estilo de vida voltado para sua carreira profissional num livro best-seller intitulado O Princípio de Eva: Rumo a uma Nova Feminilidade, à venda desde o ano passado. Agora ela publicou um segundo livro, contendo cartas de mulheres que a apóiam em sua decisão de rejeitar a propaganda feminista de realização profissional, noticiou a revista de notícias Der Spiegel.

Seu segundo livro, intitulado Prezada Eva Herman, capta as reações de mulheres que confessaram que o sucesso profissional não compensou a perda de uma genuína vida familiar.

“O fato de que venho sendo criticada como traidora das mulheres mostra exatamente o tipo de fascismo feminista que está nos governando hoje”, afirmou certa mulher.

Em O Princípio de Eva, Herman desnudou a questão do aborto como violação da mulher, culpando as leis pró-aborto por minimizar o trauma do aborto como algo tão insignificante como ir ao dentista.

O livro dela se baseia na rejeição às metas feministas de emancipação, sucesso e realização profissional, substituindo-as pelas metas “radicais” do papel de mãe, o trabalho no próprio lar e o marido.

“Vamos dizer alto e claro” escreveu Herman. “Nós mulheres estamos sobrecarregadas — porque deixamos que nos seduzissem facilmente com oportunidades profissionais”.

Os livros de Herman são parte de uma nova onde de antifeminismo na Alemanha, relatou Der Spiegel, com números crescentes de mulheres profissionais rejeitando a ambição feminista de sucesso profissional em favor de uma volta à vida familiar e ao papel de mãe.

Herman incentivou as mulheres a abandonar os ambientes de trabalho profissional para entrar no “mundo colorido dos filhos” e descobrir seu “destino de criar o ambiente do lar”.

As reações das feministas aos livros de Herman foram extremamente radicais: elas se enfureceram ao perceber que alguém que era parte do movimento feminista agora as está traindo. Outras mulheres viram como alívio as confissões de Herman.

Com o índice de natalidade mais baixo da Europa, de apenas 1 filho por mulher, a crise reprodutiva da Alemanha mostra o que o feminismo vem fazendo com as famílias alemãs. Apesar da iniciativa do governo alemão de incentivar e recompensar financeiramente as mulheres que tiverem mais filhos, o índice de natalidade continua muito baixo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/; http://www.juliosevero.com/

Fonte: LifeSiteNews.

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Europa sob ameaça de castigo? Como o abandono do Cristianismo pode estar levando a Europa ao desastre

FONTE: http://juliosevero.blogspot.com/2007/03/mais-famosa-apresentadora-alem-de-tv.html


Nós reprovamos grandemente o envolvimento desta jornalista ao nazismo apesar de concordarmos com o estrago do feminismo na sociedade e na família: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI2000501-EI8142,00-Jornalista+e+expulsa+de+TV+por+defender+o+nazismo.html

“O que as mulheres realmente querem num homem”, a partir da perspectiva de uma mulher

Wendy Wright

15 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Nota: O texto a seguir é um resumo de uma recente palestra proferida por Wendy Wright, presidente da organização evangélica Concerned Women for America (Mulheres Preocupadas com os Estados Unidos), na Organização das Nações Unidas. Para ler a palestra completa, clique aqui.

Wendy Wright, presidente de Concerned Women for America

Na década de 1970, a famosa feminista Gloria Steinem disse: “Uma mulher precisa de um homem assim como um peixe precisa de uma bicicleta”.

A mensagem: As mulheres são independentes, e os homens são supérfluos. Os homens são desnecessários e incompatíveis com as mulheres. O modo cínico de ela ver as coisas, sem dúvida, fora deturpado pelo fato de que seu pai a tinha abandonado. (grifo MR - muitas lésbicas são por causa de abusos de irmãos, pais e homens)Em nosso âmago, os seres humanos são relacionais. Conexão a outros é uma necessidade humana básica. Nossa primeira conexão é com nossos pais. De nossas mães absorvemos o que significa ser uma mulher. De nossos pais, aprendemos como as mulheres devem ser tratadas pelos homens. Não dá para esses tipos de lições virem de uma lição de moral na sala de aula, mas por meio da intimidade da vida diária.

Quando Gloria Steinem e outras feministas menosprezam os homens, o casamento e a família, elas estão negando uma verdade fundamental: as mulheres precisam de relacionamentos masculinos. (grifo MR)Mas ao adotar as petulâncias das Gloria Steinems do mundo, descarta-se o que é ideal para as mulheres como desnecessário ou irrealista. Em vez disso, total atenção e recursos são dedicados ao que é muito menos do que ideal, e até prejudicial, para as mulheres e para a sociedade.

Defrontamo-nos com duas perspectivas que rivalizam:

1. A primeira é: As mulheres são completas em si mesmas. Os homens e as mulheres são diferentes apenas na área da reprodução. Os homens são como escadas, úteis apenas para a mulher usar como apoio enquanto ela sobe os degraus da vida.

Eis um exemplo: Na versão preliminar da resolução sobre “Fertilidade, Saúde Reprodutiva e Desenvolvimento” para a Comissão de População e Desenvolvimento, a única menção significativa aos homens é:

OP14. Exorta os países membros, a Organização das Nações Unidas e a sociedade civil a incluir em suas prioridades de desenvolvimento programas que apoiem o papel decisivo dos homens no apoio ao acesso das mulheres a condições seguras para a gravidez e parto, contribuindo para o planejamento familiar, prevenindo infecções sexualmente transmitidas e o HIV e eliminando a violência contra as mulheres e meninas.

A lista, que é pequena, não diz absolutamente nada acerca do papel importante que as mulheres precisam que os homens desempenhem na vida familiar, como se não houvesse nenhuma necessidade para que os homens tenham a autoridade e direito íntimo de prover companheirismo, segurança, proteção e cuidado de suas esposas, e um pai para seus filhos. Não há espaço aí para um homem envolver masculinamente em seus braços sua esposa e filhos a vida inteira. E certamente não há nenhuma expectativa de fidelidade.

Francamente, esse é o tipo de homem que as mulheres não querem: homens distantes, que não querem compromisso e que só dão mal o mínimo, e nunca dão de si mesmos. Em sua própria perspectiva muito medíocre acerca dos homens, as Gloria Steinems ensinam os homens a tratar as mulheres de forma insuficiente — o que, quando os homens fazem, naturalmente leva as mulheres a acreditar que a vida delas fica em situação melhor sem os homens. É uma expectativa cuja previsão está fadada a se cumprir.

Rebaixar homens ou mulheres, tratar ambos como objetos a serem usados ou descartar o casamento como irrelevante nos prejudica como seres humanos e desestabiliza a sociedade. (grifo MR)

2. A segunda perspectiva é que: As mulheres e os homens se complementam. Somos diferentes de diversas maneiras maravilhosas, mas em nossas diferenças nos encaixamos para completar um ao outro. O relacionamento mais profundo é o casamento — porque aperfeiçoa o propósito dos dois sexos, homem e mulher.

Embora as mulheres possam adicionar numa lista as realizações profissionais quando se apresentam ao mundo, vemos nossa identidade principal em nosso relacionamento com nossa família — principalmente, como esposa e mãe. Os relacionamentos mais influentes, aqueles que nos causam impacto mais profundo, são aqueles dentro de nossa família.

São esses relacionamentos que completam o propósito do que significa ser uma mulher. E o casamento, em que tanto o marido quanto a esposa se dão completamente ao outro, fornece a segurança de viver plenamente essa identidade do que é ser mulher. (grifo MR)Muito frequentemente as mulheres e o sexo são vistos isoladamente — Mulheres são separadas de homens e da família, e sexo é visto como um mero ato físico que não tem nada a ver com relacionamentos. (grifo MR)

Quando são moldadas por essa perspectiva, as políticas públicas produzem programas e leis que acabam isolando as mulheres de relacionamentos verdadeiros e incentivando o sexo fora do casamento — que é a fonte de muitas doenças, patologias e dores de cabeça. (grifo MR)

A maravilha transcendente da feminilidade, casamento e sexualidade é difícil de descrever ao se elaborar documentos de políticas públicas. Contudo, podemos apontar para os benefícios do casamento e o devido lugar da sexualidade.

Os seres humanos são relacionais. Precisamos pertencer aos outros. Isso é particularmente verdade no caso das mulheres. É dentro da família e do casamento que temos a maior probabilidade de encontrar segurança, proteção, abnegação e satisfação. O casamento une duas famílias e cria uma nova, ampliando nossos relacionamentos. (grifo MR)Os encontros sexuais promovidos em aulas abrangentes de educação sexual são o oposto — centram-se em relacionamentos passageiros, incertos, inseguros e egocêntricos. Essas aulas deliberadamente separam as crianças dos pais, deixando as crianças vulneráveis a adultos que querem tirar proveito delas. O sexo sem casamento prejudica a capacidade de uma pessoa de formar laços com outra em casamento. (grifo MR) Com as reivindicações das Gloria Steinems do mundo, temos aceitado um padrão muito baixo. (grifo MR). As mulheres estão pagando o preço da desvalorização do casamento. Os parceiros sexuais são tão trocáveis e a natureza exclusiva da feminilidade tão negada que nos dizem que os homens podem substituir as mulheres no casamento. (grifo MR)

Que insulto para as mulheres!

Entretanto, há esperança. Gloria Steinem — a mulher que não precisava de um homem — recuperou os sentidos. Em 2000, com a idade de 66 anos, para a surpresa de todos, Gloria Steinem se casou. (grifo MR - apesar do estrago de ter atingido milhões de mulheres por causa destas ideias esquerdistas marxistas feministas)No relato do Gênesis do começo da humanidade, o Criador anuncia: “Não é bom que o homem esteja só”. Mesmo depois de todos esses anos, as mulheres ainda precisam dos homens e o casamento é definitivamente bom para as mulheres. (grifo MR)

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Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/what-women-really-want-in-a-man-from-a-womans-perspective

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Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/04/o-que-as-mulheres-realmente-querem-num.html

Um bebê de 5 meses salvo do aborto!

Testemunho de Tatiana Ferreira, leitora do Blog Julio Severo: um bebê de 5 meses salvo do aborto!

Bom dia Julio! A paz do Senhor!

Admiro muito a sua luta contra o aborto, a sua expressão sincera e verdadeira, justificada na Palavra do Senhor. Muitos não têm coragem para falar e agir, contra as conformidades encontradas neste mundo. E você vem fazendo isso, fortalecendo a mim e a muitos irmãos, para que não venhamos a desistir, para não aceitarmos as coisas erradas, o pecado. O pecado já virou normal no cotidiano. A homossexualidade e o aborto têm se justificado no meio das pessoas, até mesmo no meio dos cristãos, porque esse assunto tem vindo com força, com protestos, com insistência, através dos meios de comunicação, nas famílias e isso acaba influenciando as pessoas por conta do saturamento.

São tantos erros até mesmo dentro da Igreja que muitos estão se enfraquecendo, ou até mesmo com medo de se opor e sofrer perseguições, ou ser vítimas de ataques verbalmente ofensivos, ou serem “excluídos” do meio de convívio.

Você é um exemplo, que mesmo com todas as perseguições, sua voz continua a defender o evangelho, como um servo de Deus deve ser sempre.

Por isso eu gostaria muito de compartilhar uma situação vivida por minha mãe no sábado, dia 15/04, que comprova que Deus é tão maravilhoso, que a Sua palavra não muda, e que muitos precisam rever seus conceitos e obedecer à Palavra de Deus. Pois o pecado não deixa de ser pecado, mesmo com as mudanças que ocorrem o mundo.

Minha mãe não vai à igreja, mas ora muito, já aceitou Jesus e está aprendendo as coisas de Deus. Eu sempre oro por ela, pois creio que o Senhor fará uma grande obra na vida dela e de meu pai, e transformá-los. Eles têm passado por muitas lutas, sem explicações. Essas lutas os estão deixando muito abatidos, e na sexta quando conversei com minha mãe, vi que ela estava muito triste. Eu disse: “Mãe, as lutas vêm para todos, mas tente lutar contra a tristeza, porque ela vem para nos abater. Por maiores que sejam as lutas, somos mais que vencedores e Deus nunca nos deixa na pior. Ele sempre nos conforta e nos consola. Há pessoas em situações muito piores. Concentre-se nas coisas boas que te acontecem e procure esquecer as ruins”.

Mesmo depois da nossa conversa, ela não queria ouvir. Estava fraca e triste.

Fiquei com meu coração partido. Deixei-a no ponto de ônibus, pois ela estava indo para o hospital, onde trabalha como técnica de enfermagem, na emergência.

Pedi a Deus que a confortasse e que não deixasse a tristeza dominá-la, pois muitos ao meu redor estão sendo pegos pela depressão, essa maldita doença espiritual, que vem abatendo a muitos.

No domingo de manhã, quando ela chegou, estava diferente, e eu conversei com ela.

Ela me mostrou a foto de um récem-nascido e me contou que estava melhor, porque algo muito bonito aconteceu com ela.

Uma garota tentou abortar seu próprio bebê. Ela já estava grávida de 5 meses. O aborto deu problemas e ela foi parar na emergência. A criança nasceu e minha mãe junto com a médica conseguiram salvar o bebê, um menino. Minha mãe fez o que devia de fazer e ficou horas abraçando aquela criança, menor que mão dela, aquecendo-a, até conseguirem levá-la para encubadoura.

A mãe do bebê ficou um pouco mal, pois perdeu muito sangue. Mas está sendo cuidada.

Juntamente com a médica, minha mãe deu ao bebê o nome de Vitor, porque ele foi vitorioso e com apenas 5 meses, conseguiu sobreviver.

Deus é maravilhoso! Usou minha mãe e a médica para provar a importância da vida de cada um de nós.

Aquela criança precisava nascer.

Como podem certas pessoas achar que um bebê em gestação não tem importância? Como?

Continue nesta luta, Julio, pois ela é muito importante para todos nós. Que o Senhor te proteja e te fortaleça, abençoando você e sua familia. E que a sabedoria do Senhor te alcançe mais e mais.

Estarei orando mais por você e por todos.

Vítor, o bebê de 5 meses que sobreviveu a um aborto

Nesta foto está a minha mãe com o milagre de Deus.

Tatiana Ferreira

Mensagem enviada por email para Julio Severo em 18 de abril de 2011

Fonte: http://www.juliosevero.com/

Fonte Via: http://juliosevero.blogspot.com/2011/04/testemunho-de-tatiana-ferreira-leitora.html

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Propaganda desvaloriza mulher e virgindade

Com um único anúncio publicitário, a revenda de carros canadense Dale Wurfel conseguiu desvalorizar a mulher (com a típica associação da figura feminina com objetos de consumo) e a virgindade. O texto diz: “Você sabe que não é o primeiro. Mas isso realmente importa?” A propaganda infeliz rapidamente gerou crítica de organizações que defendem os direitos das mulheres. Mas a acusação teve que ver apenas com um aspecto da campanha: o anúncio dá a entender que a mulher que deixou de ser virgem tem valor menor, assim como um carro seminovo. É evidente que a preservação da pureza sexual e a defesa do sexo no contexto matrimonial (isso vale para homens e mulheres) têm suas vantagens e se constituem num princípio digno de ser defendido. Mas, na ânsia por defender os “direitos da mulher” (leia-se aqui direito de praticar sexo com quem e quantos quiser), essas organizações passaram por alto o pior do anúncio: a coisificação da mulher. Pior que esse tipo de anúncio só mesmo as propagandas sensualizadas que promovem a libertinagem, como se dá frequentemente em época de carnaval. Mas aí as ultrafeministas de plantão não se manifestam...[MB]

Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2011/04/propaganda-desvaloriza-mulher-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+criacionista+%28Criacionista%29&utm_content=Twitter