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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Mulheres, cuidado com o Sofisma da Vadia! A Meta do PT e da Ministra Petisa Eleonara Menicucci, são doutrinar as mulheres no caminho no "espírito demoníaco da Vadia".

Isabela Vieira
Da Agência Brasil, no Rio

Leandro Moraes /UOL

A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, elogiou a iniciativa das organizações não governamentais ligadas à defesa dos direitos da mulher de promover, no último fim de semana, a segunda edição da Marcha das Vadias. De acordo com ela, a manifestação ajuda a enfrentar a violência contra a mulher e os estereótipos que ferem a imagem feminina.

“O bonito é que [a Marcha das Vadias] é feita por jovens. Homens e mulheres que se despertaram para questionar a violência contra a mulher, contra o corpo da mulher”, disse Eleonora Menicucci no lançamento da Plataforma 20, com ações para a Rio+20.

A marcha reuniu milhares de pessoas em São Paulo, Brasília e no Rio de Janeiro.


Fonte: BOL


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sexta-feira, 18 de maio de 2012

domingo, 13 de maio de 2012

Sobre o conceito de “manosphere” [ou “manosfera”]


Sobre o conceito de “manosphere” [ou “manosfera”]

by O. Braga

O conceito de “manosphere” é equivalente ao conceito de “homofobia”. Assim como qualquer crítica de um bloguista em relação a qualquer acção do lóbi político homossexual é imediatamente apelidado de “homofóbico”, assim qualquer crítica ao comportamento de uma mulher é imediatamente classificado de acção “manosférica”.
A ideia da classificação — tanto de "homófobo", como a de "manosférico" — é a de erradicar qualquer tentativa de julgamento moral em relação ao comportamento de gays e das mulheres, respectivamente, e mediante a aposição de um rótulo sobre a pessoa que faz a crítica. Podemos encontrar uma coisa parecida no rótulo de “fascista”: depois de classificar alguém de “fascista”, a discussão acabou.
Não interessa quão decente, inteligente e lógica a crítica possa ser, porque a probabilidade de quem faz a crítica ser apodado de homófobo ou manosférico, é de 100%.
Que ninguém se atreva a criticar a Britney Spears! Só um manosférico o faria.
O. Braga | Sábado, 12 Maio 2012 at 8:22 pm | Categorias: A vida custa, cultura, Esta gente vota, politicamente correcto | URL: http://wp.me/p2jQx-bv4

 
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A mulher na sociedade burogâmica de Barack Hussein Obama


A mulher na sociedade burogâmica de Barack Hussein Obama

by O. Braga


Como é possível alguém defender o princípio da autonomia do indivíduo e, simultaneamente, vincular a vida desse indivíduo à tutela do Estado? Eu penso que existe uma contradição fundamental na Esquerda obamista.
Deparei-me com esta campanha obamista “Life of Julia” [A Vida de Júlia]. A Júlia é o exemplo ficcionado de uma mulher americana de raça branca que vive a vida inteira dependente ao Estado, em vez de basear a sua vida na estrutura institucional da família. A Júlia é o protótipo do ideal da mulher segundo a esquerda obamista.
A Júlia, de Barack Hussein Obama, teve um filho aos 31 anos, mas nunca se casou. A Júlia é mãe solteira, ou seja, ela é o ideal obamista de mulher e mãe. Ou melhor: a Júlia vive um casamento vitalício com o Estado obamista. O filho da Júlia é criado e educado exclusivamente com o dinheiro do Estado.
Em 1999, o canadiano Lionel Tiger cunhou o termo “burogamia” para descrever a relação entre as mães solteiras e respectivos filhos das classes baixa e média, por um lado, e o Estado, por outro lado.
O ideal do estatuto da mulher obamista reside na burogamia e no ataque cultural insidioso à instituição da família. O ideal de mulher burogâmica de Barack Hussein Obama é anacrónico, como demonstrou a falência dos estados europeus que sucumbiram à dívida pública. Barack Hussein Obama vive no passado.
Além disso, a campanha de Barack Hussein Obama da mulher burogâmica consegue ser [ainda!] mais radical do que a tese feminista de Germaine Greer expressa no seu livro “The Whole Woman” [“A Mulher Total”, Editorial “Notícias”, ISBN 972-46-114-X, edição portuguesa de 2000]; o livro de Greer chega a ser degradante do ponto de vista estritamente humano e independentemente dos géneros. Mesmo assim, Greer criticou, no seu livro, a actual fragilidade do núcleo da família e a efemeridade dos relacionamentos familiares. A campanha obamista da "Júlia burogâmica" consegue a proeza de subestimar aquilo que a radical feminista Germaine Greer não subestimou.
É bom que as mulheres inteligentes percebam uma coisa muito simples: a políticas de apoio à mulher devem coincidir com as políticas de apoio à família. A ideia obamista de separar radicalmente a realidade dos dois sexos leva a uma sobrecarga financeira do Estado que se demonstrou, na Europa, ser insuportável.
A ideia platónica da república, espelhada na vida da Júlia obamista, é para-totalitária; e é aqui que está a contradição esquerdista a que me referi em epígrafe: como é que um indivíduo pode ser considerado autónomo numa sociedade dependente do Estado e burogâmica? Se nos orientarmos pela realidade, o apoio do Estado deve resumir-se basicamente à garantia de cuidados de saúde[SNS], à aplicação de uma justiça eficiente e célere, à educação das nossas crianças, e à defesa nacional. É impossível que o Estado português ou a União Europeia continuem a subsidiar, por exemplo, movimentos feminazistas, ecofascistas ou homofascistas.
“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do chefe do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”
--- Immanuel Kant

 
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